sadfsiz
1zumthoripaRqyp
quyyyteKyFLWp
rtyucturaurossi
rryar
~
wsoutod0zrrcorbur
wwww
diazwwww
zaha
A arquitectura não tem dias, são os dias, tem os dias, todos os dias e tem os meus dias, todos repletos, preenchidos, atapetados, convertidos em arquitectura de segundos, minutos, horas, dias e dias, meses e anos – porque a respiro completamente, movo-me com ela e por ela. Não sou presunçoso ao ponto de dizer que eu sou a arquitectura, mas sou de arquitectura feito e por isso é que a arquitectura dos dias é a minha exposição, o meu quotidiano de episódios feitos e aqui partilhados.
E porque a arquitectura não é apenas o edifício, a construção, a pedra que a forma, o tijolo que a conforma, a estrutura que a sustenta, a argamassa que a une, a tinta que a reveste, a madeira que a pavimenta, o vidro que a isola ou ainda o espaço sobrante entre a matéria que justifica o invólucro e a permanência (como o távora, da organização do espaço); arquitectura é também a ideia (a paixão), o projecto (a evolução) e a execução (a materialização), três andamentos da sinfonia deste sonho de gente em busca de casa.
E a arquitectura é também a busca do belo, é dos cometimentos mais artísticos que se apresentam ao ser humano, é o cumprimento da trilogia de Vitruvius (firmitas, utilitas e venustas) e sou eu, totalmente eu! Cometo-me e empenho-me na sucessão dos dias em realizar cada vez mais e se agora respiro e me debato sobre uma folha de papel e me preocupo regularmente em ir a concertos, em ler, em ouvir, em conversar, em partilhar, em descobrir, em viver, é porque tudo isto me contribui e me acresce e me alimenta para que produza ainda melhor!
r’08
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A arquitectura não tem dias, são os dias, tem os dias, todos os dias e tem os meus dias, todos repletos, preenchidos, atapetados, convertidos em arquitectura de segundos, minutos, horas, dias e dias, meses e anos – porque a respiro completamente, movo-me com ela e por ela. Não sou presunçoso ao ponto de dizer que eu sou a arquitectura, mas sou de arquitectura feito e por isso é que a arquitectura dos dias é a minha exposição, o meu quotidiano de episódios feitos e aqui partilhados.
E porque a arquitectura não é apenas o edifício, a construção, a pedra que a forma, o tijolo que a conforma, a estrutura que a sustenta, a argamassa que a une, a tinta que a reveste, a madeira que a pavimenta, o vidro que a isola ou ainda o espaço sobrante entre a matéria que justifica o invólucro e a permanência (como o távora, da organização do espaço); arquitectura é também a ideia (a paixão), o projecto (a evolução) e a execução (a materialização), três andamentos da sinfonia deste sonho de gente em busca de casa.
E a arquitectura é também a busca do belo, é dos cometimentos mais artísticos que se apresentam ao ser humano, é o cumprimento da trilogia de Vitruvius (firmitas, utilitas e venustas) e sou eu, totalmente eu! Cometo-me e empenho-me na sucessão dos dias em realizar cada vez mais e se agora respiro e me debato sobre uma folha de papel e me preocupo regularmente em ir a concertos, em ler, em ouvir, em conversar, em partilhar, em descobrir, em viver, é porque tudo isto me contribui e me acresce e me alimenta para que produza ainda melhor!
r’08
2 comentários:
Surpreendes-me com uma escrita muito interessante cheiinha de sensibilidade...
nao fui eu MAZZI, foi o meu amigo rafagozhi k fez este prefacio pro BRELOGUE....ahhahahah...ta la assinadex
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